14 dezembro 2009

Se visitasses o Pai Natal, que prenda lhe oferecias?


Se eu fosse visitar o Pai Natal, oferecia-lhe uma roupa bem quentinha, para que não ficasse constipado! Ana Filipa

Eu oferecia um GPS ao Pai Natal, para ele não se perder. Rui

Eu oferecer-lhe-ia um rádio, para o Pai Natal, enquanto fizer as prendas, não se aborrecer e distrair-se com as suas músicas favoritas. Ana Sofia

Eu oferecia-lhe um fato novo, verde, para ele mudar de visual. Rute

Se por acaso visitasse o Pai Natal, oferecia-lhe uns carapins tricotados pela minha avó, porque são muito quentinhos e no Pólo Norte está muito frio. Cláudia

Diverte-te e lê algumas das cartas dos alunos da turma ao Pai Natal:

Olá, querido Pai Natal!
O Natal está aí à porta e, por isso, sei que está muito ocupado. Sabe, se não estivesse tão ocupado, ia aí fazer uma visita.
Tenho-me portado bem! Gostaria que me respondesse a esta carta!
Com um beijinho da Ana Filipa!


Querido Pai Natal,
Espero que aí no Pólo Norte esteja tudo bem. Aqui, nos meus lados, está tudo bem!
Neste Natal, só queria que a solidão, a pobreza, a violência e o abandono de crianças acabasse.
Feliz Natal e vá escrevendo!
Muitos beijinhos da Ana Rita


Querido Pai Natal,
Este ano não vou pedir prendas, porque tenho tanta coisa e nem sequer lhes dou o valor que devia dar! Peço apenas paz e amor para toda a gente.
Afinal, é disso que as pessoas precisam.
Muitos beijinhos da Ana Sofia


Querido Pai Natal,
Escrevo-te esta carta para te dizer que está tudo bem comigo e que este ano me portei muito bem. Por esta razão, acho que merecia uma prendinha! Não te vou pedir nada específico; gostava de ter uma surpresa.
Inês
PS: Deixo-te leite e bolachinhas.


Querido Pai Natal,
Soube que estás muito atarefado e, se quiseres, ofereço-me para te ajudar. A única recompensa que queria é a alegria de estar ao pé de ti. Diz-me as ferramentas de que preciso e vou ter contigo!
Bom trabalho,
João

12 dezembro 2009

Estamos pertinho do Natal!
Já escreveste a tua carta ao Pai Natal?
Já estás um pouco atrasado, não achas?...
Se ainda queres ir a tempo, envia-lhe um mail, que é muito mais rápido. Se clicares aqui, podes enviar, imediatamente, um mail ao Pai Natal, dando-lhe notícias. Olha que ele responde a toda a gente!

As professoras

S. Nicolau viveu em Mira, na Lícia, no sudoeste da Ásia Menor (onde hoje se situa a Turquia). Era filho de Eipifânio e Joana, devotos cristãos, que lhe deram o nome de Nicolau, que significa “pessoa virtuosa”.
A família de Nicolau era bastante rica e, segundo a lenda, Nicolau cedo deu sinais da sua bondade.
Uma das histórias mais conhecidas sobre a sua generosidade diz que, quando soube que, na sua cidade, um homem, bastante pobre, estava decidido a encaminhar as suas três filhas para a má vida, pois não tinha dinheiro para lhes dar um dote, Nicolau decidiu deixar, às escondidas, um saco cheio de ouro para a filha mais velha, porque esta estava em idade de casar; logo, era a que necessitava mais do dote. Nicolau repetiu o acto por mais duas vezes, sempre que uma das filhas atingia a idade para casar. Reza a lenda que Nicolau colocava o saco dentro da casa pela chaminé.
Os pais de Nicolau morreram cedo. Por recomendação de um tio, Nicolau decidiu viajar até à Palestina e de seguida ao Egipto. Durante a viagem, houve uma tempestade, que acalmou milagrosamente quando Nicolau começou a rezar com toda a sua Fé. Quando voltou da sua viagem, decidiu que queria viver em Mira, onde viveu pobre, já que tinha doado toda a sua herança aos mais pobres e desfavorecidos.
Quando, mais tarde, o bispo de Mira morreu, os mais idosos da cidade não conseguiam decidir quem seria o seu sucessor. Já não sabendo o que fazer, os anciãos decidiram pôr o problema nas mãos de Deus. Reza a lenda que, nessa mesma noite, o ancião mais velho sonhou com Deus, que lhe dizia que o primeiro homem a entrar na igreja, no dia seguinte, seria o novo bispo de Mira. Como Nicolau tinha já o hábito de se levantar cedo para ir rezar à igreja, foi o primeiro homem a entrar nela e logo foi indicado bispo.

S. Nicolau morreu a 6 de Dezembro, de 342. A meio do século VI, o Santuário onde foi sepultado transformou-se numa nascente de água. Em 1087, os seus restos mortais foram transferidos para a cidade de Bari, na Itália, que se tornou num centro de peregrinação, em sua homenagem. Milhares de milagres foram creditados como sendo sua obra. Actualmente, S. Nicolau é um dos Santos mais populares entre os cristãos e milhares de igrejas por toda a Europa receberam o seu nome (só em Roma existem 60 igrejas com o seu nome, na Inglaterra são mais de 400).

Na imagem que se segue está representada a evolução de S. Nicolau até ao Pai Natal.


Ana Sofia e Inês

10 dezembro 2009

Hoje, dia 10 de Dezembro, comemora-se o “Dia Nacional dos Direitos Humanos”.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos nasceu no dia 10 de Dezembro de 1948, depois de o Mundo se ter mentalizado das crueldades praticadas durante a II Guerra Mundial:
· " os crimes praticados pelos nazis contra judeus, ciganos, comunistas e homossexuais;
· as milhares de mortes de pessoas inocentes, causadas pelas bombas «atómicas», lançadas pelos Estados Unidos, sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki..”
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, elaborada pela ONU, procurou garantir que não houvesse mais crueldades parecidas no mundo.


Ana Rita
Os provérbios são um sinal da sabedoria popular. Diverte-te, lendo alguns sobre esta época e procura perceber o seu significado.


Natal ao sol, Páscoa ao fogo, faz o ano formoso.
Pelo Natal, lua cheia, casa cheia.
Natal em casa, Páscoa na praça.
No Natal, todo o lobo vira cordeiro.
Natal em casa, junto à brasa.
Natal de rico é bem sortido.

No Natal, só o peru é que passa mal.

Recolha da Catarina

•Até ao Natal salto de pardal; de Natal a Janeiro salto de carneiro e de Janeiro a Fevereiro salto de outeiro.
•Comido o Natal, à segunda-feira tem o lavrador que alugar a eira.
•De Santa Catarina ao Natal, mês igual.
•De Todos os Santos ao Natal, bom é chover e melhor nevar.
•Do Natal à Santa Luzia cresce um palmo o dia.
•Do São Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o bornal.
•Dos Santos ao Natal, Inverno natural.
•Entrudo borralheiro, Natal em casa, Páscoa na praça.
•Galinhas de São João, pelo Natal poedeiras são.
•Laranja antes do Natal livra do catarral.
•Namoro de Carnaval não chega ao Natal.
•Natal à sexta-feira, por onde puderes semeia; domingo vende bois e compra trigo.
•Natal ao coalhar e a Páscoa ao luar.
•Natal ao sol, Páscoa ao fogo, fazem o ano formoso.

Recolha da Cassandra

Ande o frio por onde andar, no Natal vem cá parar.
Natal a assoalhar e Páscoa ao luar.
É Natal, é Natal, filhós com vinho não fazem mal.
Pelo Natal, se houver luar, senta-te no lar. Mas se houver escuro, semeia outeiros e tudo.
Até ao fim do Natal, crescem os dias num saltinho de pardal.
No Natal, semeia o alhal, mas, se o quiseres cabeçudo, fá-lo no Entrudo.
Quem colhe azeitona antes do Natal, deixa o azeite no olival.
Caindo o Natal à segunda-feira, tem o lavrador de alugar a eira.
Mal vai Portugal se não há três cheias antes do Natal.
Natal à sexta-feira, por onde puderes, semeia.


Recolha das professoras


Hans Christian Andersen escreveu o conto «A Menina dos Fósforos», também conhecido como «A Pequena Vendedora de Fósforos», incluído na obra «Os Melhores Contos de Andersen».

Trata-se de um conto intemporal, muito comovente e enternecedor. Podes ler o conto integral, clicando aqui! De seguida, podes deliciar-te com o filme!

Para sorrir neste Natal

Carta ao Menino Jesus

Caro Menino Jesus,

Fui informado pela Bíblia que você tem o dom de estar em todo o lado, ao mesmo tempo. Ora, eu estive a pensar e isso significa que também está sempre na minha casa, no meu escritório, no meu barco e em todos os meus automóveis. Portanto, segundo o Código Civil, você deve-me 25 anos de renda. Tem até dia 31 de Dezembro para saldar a dívida. E olhe que eu sou muito rigoroso com os prazos de pagamento!Sem outro assunto,
António

Presépio partido

Estavam uns garotos a brincar no pátio da igreja por alturas do Natal. Até que um deles, sem querer, esbarra num dos bonecos do presépio e parte-o. Passado um bocado chega o padre:
- Quem é que partiu o pastor?
Todos ficam muito calados, até que, depois de muita insistência, o culpado se acusa.
- Então tens de pagar o estrago.
- Eu não tenho dinheiro, senhor padre.
- Então paga o teu pai.
- Eu não tenho pai.
- Paga a tua mãe!
- Também não tenho mãe...
- Então não tens ninguém? És sozinho no mundo?
- Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
- Pronto, paga ela.
- Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
- Não se diz freira; diz-se esposa de Cristo.
- Ah, então o meu cunhado que pague!

A bicicleta

Joãozinho falava com a sua mãe, pedindo uma bicicleta nova. A mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou:
- Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro. Que tal escreveres uma carta a Jesus e pedir uma bicicleta?
Ele resolveu escrever a tal carta:“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de receber uma bicicleta nova. O teu amigo, Joãozinho.”
Mas o Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia o tipo de menino que ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez:“Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e queria uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.“Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso receber uma bicicleta? Joãozinho.”
Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e, repentinamente, agarra numa imagem de uma santa e vai a correr para casa. Escondeu a santinha debaixo da cama e escreveu a seguinte carta:“Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta!Assinado: Você sabe quem.”

Juiz

Era época de Natal e o juiz sentia-se benevolente ao interrogar o réu.
- De que é acusado?
- De fazer as compras de Natal antes do tempo.
- Mas isso não é crime nenhum! Com que antecedência as estava a fazer?
- Antes de a loja abrir...

Recolha do António e do Rui

Feliz Natal

Feliz Natal
E
m casa o Natal é lembrado.
Lembra-se Jesus.
Imaginam as crianças Jesus.
Zzzzzzzz… assobia o vento, cai neve...

Natal feliz…
As pessoas convivem com a família.
Têm prendas as crianças.
As pessoas olham para o céu.
Lá no cimo, a estrela brilha…


Pedro Henrique
Natal

O Pai Natal
Vem a caminho,
Entregar-me um presente
Com muito carinho!

Esta prenda
Vou estimar,
Porque um presente
Não é para estragar!

O meu Natal!

Em família
Este Natal vou passar,
Com paz e alegria
Vou comemorar!
João




A Quinta da Amizade

Hoje, alguns alunos foram ver o espectáculo «A Quinta da Amizade», na Vila da Feira.
Contou-se uma bela história. Os animais acordaram sobressaltados com a notícia de que uma tempestade iria assombrar todos os campos e bosques. No meio da violenta tempestade, corriam em todas as direcções, sem saber para onde ir: os Pássaros (representados pelo flautim e pela flauta), os Patos (oboé e fagote), os Gatos (clarinete e clarinete baixo), o Pónei (trompete), o Cão (trompa), o Porco (tuba) e as Abelhas (cordas). Na grande confusão que se seguiu, em que cada um fugia para seu lado, ouviram crianças a chamá-los para uma quinta, onde estariam a salvo da tempestade.Já na Quinta, todos os animais quiseram brincar com as crianças: os primeiros foram as abelhas e os passarinhos; logo depois, o porco fez uma marcha com os Patos e levaram as crianças atrás; os gatos estavam tristes, mas logo as crianças lhes deram um rato (violino) para brincar; o pónei e o cão não paravam, faziam corridas para mostrar às crianças quem era o mais rápido!Quando se pensava que já todos os animais estariam a salvo da tempestade, eis que chegou um animal desconhecido de todos e que só poderia – pensavam – vir de muito longe, talvez até de África, pois nunca teria sido avistado nas redondezas.
Era o Elefante (trombone), grande e barulhento, que corria em direcção à Quinta para se abrigar, fazendo estremecer tudo em seu redor.Diferente dos outros pelo seu tamanho, cor e forma, desde logo causou a rejeição dos outros animais, que, ao contrário do que seria esperado, tentaram expulsá-lo da Quinta, onde a Amizade deveria ser a palavra de ordem.
Triste e desesperado, o elefante vê como única solução pedir ajuda às crianças. É então que se ouve a Canção da Amizade, entoada por todas as crianças, que, através dela, pedem aos animais que sejam amigos e recebam o elefante de braços abertos. Foi uma verdadeira festa da música e festa da amizade!

03 dezembro 2009

De país para país, as receitas variam. Queres aprender receitas novas? Queres?! Então cá vai.

Bolo de natal francês

Ingredientes:
-2 tiras de massa folhada
-125 g de açúcar
-125 g de amêndoa ralada
-125 g de manteiga
-2 ovos
-1 gema


Aquece-se o forno a 220º. Trabalha-se a manteiga amolecida com o açúcar. Junta-se as amêndoas e os ovos e mexe-se até ter uma massa homogénea. Coloca-se uma tira de massa folhada numa forma de tarte e fura-se com a ajuda dum garfo. Entretanto, põe-se a mistura na massa folhada. Põe-se a segunda tira de massa folhada por cima da primeira, soldando as beiras das duas com a ajuda dum garfo. Pincele com a gema. Com uma faca bem afiada, fazem-se uns riscos, desenhando um gradeamento. Vai ao forno até a massa ficar lourinha.

Bolo de natal alemão

Ingredientes:
Massa:
250g de manteiga sem sal
2 1/2 chávenas de açúcar
2 3/4 chávenas de farinha de trigo
3 colheres (chá) de canela em pó
3 colheres (chá) de fermento em pó
6 ovos inteiros

Calda:
1 chávena de açúcar
250g de ameixas picadas
1 chávena de passas sem caroço
150g de frutas cristalizadas
1 chávena de água

Misture todos os ingredientes da calda e leve ao fogo para ferver e formar uma calda grossa. Deixe esfriar e reserve.Numa batedeira, bata a manteiga com o açúcar. Junte os outros ingredientes e bata mais. Junte a calda fria e misture bem.Colocar em forma de furo, enfarinhada e untada com manteiga. Levar ao forno por mais ou menos 45 minutos. Dá para dois bolos grandes.


Cláudia
Tradições de Natal

A data do nascimento de Jesus é desconhecida. A Igreja não se preocupou com isso, pois o importante foi Jesus ter nascido para salvar a humanidade. Na data de 25 de Dezembro é festejado o nascimento de Jesus e essa data deve ter sido estabelecida entre os anos 243 e 336 d.c.

Presépio

As representações do presépio sofreram um grande impulso a partir de 1223, quando São Francisco de Assis resolveu fazer um presépio ao vivo, na noite de 24 para 25 de Dezembro. A partir daqui, começaram a vulgarizar-se as representações com figuras esculpidas.

Árvore de Natal

Por ocasião do Natal, costuma usar-se, como ornamento das casas, o pinheiro e o abeto. As suas folhas simbolizam a vida eterna, pois Jesus, como se sabe, veio dizer que tínhamos a vida em abundância. Daí o aparecimento da árvore do Natal, carregada de frutas e guloseimas, que Jesus oferece às crianças.
Uma das primeiras pessoas a adoptar o costume da Árvore de Natal parece ter sido a rainha Carlota, esposa de Jorge III de Inglaterra.

Missa do Galo

A Missa do Galo teve origem na província espanhola de Toledo. Cada lavrador matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus.
A ave era levada para a igreja e oferecida aos pobres, a fim de terem um almoço melhorado no dia de Natal.
Em algumas aldeias portuguesas e espanholas levava-se o galo vivo para a igreja, para que ele cantasse durante a missa.

Pai Natal

A história do Pai Natal é baseada num facto verdadeiro. No século IV, Nicolau, Bispo de Mira, tinha o hábito de distribuir presentes entre os pobres, mas não gostava de receber agradecimentos. Como era Bispo e já tinha alguma idade, tinha as suas barbas brancas e usava um traje avermelhado, como os cardeais actuais nas cerimónias solenes.
Mesmo depois da sua morte, as crianças holandesas acostumaram-se a colocar os sapatos à porta de casa, esperando a visita de São Nicolau. Faziam-no na noite de 5 para 6 de Janeiro, noite em que os Reis Magos ofereceram presentes a Jesus.
Mais tarde, o costume divulgou-se por outros países, que mudaram a data para a noite de Natal e passaram a chamar Pai Natal àquele que traz as prendas.
Bolo-rei

Diz a lenda que, quando os Reis Magos foram visitar Jesus com a intenção de lhe oferecerem presentes (ouro, incenso e mirra), a cerca de sete quilómetros do local onde o Menino se encontrava, tiveram uma discussão: qual eles seria o primeiro a oferecer os presentes?
A solução foi-lhes dada por um artífice que, assistindo à conversa, quis ajudar a encontrar uma saída para o problema, que agradasse a todos. Ele faria um bolo em cuja massa incorporaria uma fava. Repartindo o bolo pelos Reis Magos, seria o primeiro a oferecer os presentes ao Menino Jesus aquele em cuja fatia se encontrasse a fava.
Conhecido pelo nome de Bolo-Rei, feito para escolher um Rei, aquele doce passou a usar-se sobretudo no Natal.
Há uma outra lenda que diz ter sido um bolo de fruta seca. Os crentes deviam comer doze bolos entre o Natal e o dia de Reis. A côdea simboliza o ouro; o miolo e as frutas secas simbolizam a mirra e o aroma simboliza o incenso.

Pesquisa efectuada pelo António e Rui
O Natal da Luísa

Era uma vez uma menina chamada Luísa.
Aproximava-se o Natal e este ano não seria como todos os outros: não podia passar o Natal com os seus avós, pois o seu avô estava no hospital.
A Luísa estava muito triste, porque, para além de gostar muito dos seus avós, passava grande parte do seu tempo com eles. Cada dia que passava, Luísa ia ficando cada vez mais triste. Como todos os outros anos, ela escreveu uma carta ao Pai Natal. Na carta não pedia presentes, apenas pedia que o avô voltasse do hospital. Como Luísa ia ficando cada vez mais triste, a sua mãe decidiu falar com ela:
- Filha, o que é que tens? Tens andado muito esquisita.
- É porque o avô está no hospital e por isso não vai passar este Natal connosco.
- Não te preocupes, acredita na magia do Natal!
No dia 25 de Dezembro, a Luísa, foi ver a sala onde estava o seu sapatinho. E o que encontrou lá? O seu avô estava pronto para lhe dar os miminhos que ela quisesse.
A magia do Natal existe mesmo!

Ana Sofia, Catarina e Rute
Revolução Francesa

Revolucionários franceses
A bastilha assaltaram,
Com lanças e espadas
Eles lutaram!

Dominaram a Europa,
Decretaram o Bloqueio Continental,
Adivinhem quem não aderiu:
Claro que foi Portugal!

A França invadiu Portugal,
A Inglaterra quis ajudar,
E quando a França vencemos,
A Inglaterra nos ficou a governar!

Mas os portugueses
Não se deixaram ficar,
Formaram um grupo
Para com a Inglaterra lutar!

E no fim de contas
Portugal venceu.
Agora somos
Um país independente Europeu!

João, Pedro Miguel e Ana Rita (poema inspirado nas aulas de História)
A caixinha de beijos

Um dia, um homem castigou a sua filhinha de três anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco, naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse:”Isto é para ti, Papá!”
Ele sentiu-se envergonhado da sua reacção furiosa, mas voltou a “explodir” quando viu a caixa vazia.
Gritou e disse:”Tu não sabes que, quando se dá um presente a alguém, se coloca alguma coisa dentro da caixa?”
A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse ”Oh, Papá, não está vazia. Eu soprei beijos para dentro da caixa. Todos para ti.”
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama e, sempre que se sentia triste, mal-humorado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e de beijinhos dos nossos pais, filhos, irmãos, amigos…

História recolhida pela Catarina

02 dezembro 2009



«Viajar pela leitura

sem rumo, sem intenção.

Só para viver a aventura

que é ter um livro nas mãos.

É uma pena que só saiba disso

quem gosta de ler.

Experimenta!

Assim, sem compromisso,

tu vais entender.

Mergulha de cabeça na imaginação!»


Aproveitem a Feira do Livro na Escola para comprar livros!


As professoras


Amanhã, dia 3 de Dezembro, festeja-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, data oficializada pela ONU, em 1992, com a finalidade de defender os Direitos Humanos das pessoas com deficiência.



Todos diferentes, todos iguais!
Ana Rita